20/07/2015

Conheça as 20 metas do PNE - Plano Nacional de Educação

Olá, pessoal.


Vou apresentar neste post as 20 metas do Plano Nacional da Educação.


Planejando a Próxima Década

Conhecendo as 20 Metas do

Plano Nacional de Educação


[...]
A Emenda Constitucional nº 59/2009 (EC nº 59/2009) mudou a condição do Plano Nacional de Educação (PNE), que passou de uma disposição transitória da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) para uma exigência constitucional com periodicidade decenal, o que significa que planos plurianuais devem tomá-lo como referência. O plano também passou a ser considerado o articulador do Sistema Nacional de Educação, com previsão do percentual do Produto Interno Bruto (PIB) para o seu financiamento. Portanto, o PNE deve ser a base para a elaboração dos planos estaduais, distrital e municipais, que, ao serem aprovados em lei, devem prever recursos orçamentários para a sua execução.

Diante desse contexto, não há como trabalhar de forma desarticulada, porque o foco central deve ser a construção de metas alinhadas ao PNE. Apoiar os diferentes entes federativos nesse trabalho é uma tarefa que o Ministério da Educação (MEC) realiza por intermédio da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (SASE). O alinhamento dos planos de educação nos estados, no Distrito Federal e nos municípios constitui-se em um passo importante para a construção do Sistema Nacional de Educação (SNE), pois esse esforço pode ajudar a firmar acordos nacionais que diminuirão as lacunas de articulação federativa no campo da política pública educacional.


Meta 1: universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches, de
forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PNE.


Meta 2: universalizar o ensino fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.

Meta 3: universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 (quinze) a 17 (dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% (oitenta e cinco por cento).


Meta 4: universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados.


Meta 5: alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3º (terceiro) ano do ensino fundamental.

Meta 6: oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos(as) alunos(as) da educação básica.

Meta 7: fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem, de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o IDEB: 6,0 nos anos iniciais do ensino fundamental; 5,5 nos anos finais do ensino fundamental; 5,2 no ensino médio.


Meta 8: elevar a escolaridade média da população de 18 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 (doze) anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% (vinte e cinco por cento) mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Meta 9: elevar a taxa de alfabetização da população com 15 (quinze) anos ou mais para 93,5% (noventa e três inteiros e cinco décimos por cento) até 2015 e, até o final da vigência
deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% (cinquenta por cento) a taxa de analfabetismo funcional.


Meta 10: oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional.


Meta 11: triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% (cinquenta por cento) da expansão no segmento público.


Meta 12: elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público.


Meta 13: elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75% (setenta e cinco por cento), sendo, do total, no mínimo, 35% (trinta e cinco por cento) doutores.


Meta 14: elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60.000 (sessenta mil) mestres e 25.000 (vinte e cinco mil) doutores.


Meta 15: garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de 1 (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 61 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam.


Meta 16: formar, em nível de pós-graduação, 50% (cinquenta por cento) dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos(as) os(as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino.

Meta 17: valorizar os(as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE.


Meta 18: assegurar, no prazo de 2 (dois) anos, a existência de planos de Carreira para os(as) profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos(as) profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal.


Meta 19: assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto.


Meta 20: ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto Interno Bruto (PIB) do País no 5º (quinto) ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% (dez por cento) do PIB ao final do decênio.

Para ler o texto completo, acesse: Conhecendo as 20 Metas.


Até o próximo post.
Abraço, Carla Melo.

17/07/2015

Dica de filme: O Substituto


Olá, pessoal!

Hoje vou deixar uma dica de filme para vocês.
Filme: O Substituto
Sinopse:
Henry Barthes (Adrien Brody) é um professor de ensino médio, que apesar de ter o dom nato para se comunicar com os jovens, só dá aulas como substituto, para não criar vínculos com ninguém. Mas quando ele é chamado para lecionar em uma escola pública, se encontra em meio à professores desmotivados e adolescentes violentos e desencantados com a vida, que só querem encontrar um apoio para substituir seus pais negligentes ou ausentes. Sofrendo uma crise familiar, Henry verá três mulheres entrando em sua vida e vai começar a perceber como ele pode fazer a diferença, mesmo que isso venha com um alto custo. Fonte: Adoro Cinema



Gostou da história?

Para assistir é só clicar no vídeo abaixo!
 


14/07/2015

As fases e características no Processo de Aquisição da Escrita

Olá, pessoal!

Nesse post vou explicar sobre as fases e as características no processo de aquisição da escrita de acordo com os estudos de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, através do livro “Psicogênese da Língua Escrita”.

O livro: “Psicogênese da Língua Escrita”, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky não se trata de um método de ensino. O estudo das autoras é uma abordagem psicológica de como a criança se apropria da língua escrita. Também se costuma falar em níveis cognitivos, pois a palavra cognição diz respeito à aquisição de conhecimento. 
Na alfabetização o que se quer conhecer é a língua escrita e as aproximações são as tentativas de ler e escrever. É preciso ter em mente a necessidade da superação dessas tentativas para compreender a importância do significado da identificação dos níveis de construção da escrita e suas respectivas formas de intervenção, ou seja, do modo como o alfabetizador desafia o alfabetizando para que ele avance em suas hipóteses sobre a língua escrita. Para Ferreiro, (1999, p. 31):

A concepção de aprendizagem (entendida como um processo de obtenção do conhecimento) inerente à psicologia genética supõe, necessariamente, que existam processos de aprendizagem do sujeito que não dependem dos métodos (processos que, poderíamos dizer, passam “através” dos métodos). O método (enquanto ação específica do meio) pode ajudar ou frear, facilitar ou dificultar, porém, não pode criar aprendizagem. A obtenção do conhecimento é um resultado da própria atividade do sujeito.

Os níveis de construção da escrita correspondem à forma de expressão da hipótese que o alfabetizando tem sobre o funcionamento da escrita. De acordo com Emília Ferreiro, o aprendizado do sistema de escrita não se reduziria ao domínio de correspondências grafo-fonêmicas (decodificação e a codificação), mas se caracterizaria como um processo ativo no qual a criança, desde seus primeiros contatos com a escrita, constrói e reconstrói hipóteses sobre a sua natureza e o seu funcionamento. Os pressupostos dessa abordagem psicológica são:
  • O aprendizado do sistema de escrita alfabética não se reduz a um processo de associação entre grafemas (letras) e fonemas (sons).
  • O sistema de escrita alfabética não é um código que se aprende por memorização e fixação, pelo contrário, é um objeto de conhecimento que foi construído socialmente
Através dessa abordagem psicológica, veremos os níveis de construção de escrita:

Nível Pré-Silábico: este nível caracteriza-se por uma das etapas onde mais há transformações, no sentido de existir mais características. Logo no começo deste nível, a criança escreve somente por meio de garatujas, passando depois para uma escrita com desenhos e números, até chegar ao Realismo Nominal, caracterizado por uma etapa onde a criança representa o objeto, animal, pessoa entre outros, de acordo com o tamanho, por exemplo, se o objeto for grande, será representado por muitas letras, se for pequeno será representado por poucas letras, mas nessa etapa, a criança faz uso apenas das letras, a última característica deste nível, é a representação de toda e qualquer palavra com muitas e variadas letras. 

Nível Silábico: é nesse nível que a criança compreende que as diferenças das representações escritas se relacionam com diferenças sonoras das palavras. Também existe a tentativa de corresponder grafia e sílaba sonora, o que não exclui problemas derivados da exigência da quantidade mínima de letras. É o momento em que a criança faz a correspondência da escrita com a fala, à fase mais importante da alfabetização.
A criança descobre que as partes da escrita (suas letras) podem corresponder a outras tantas partes da palavra escrita (suas sílabas). A princípio, ela formula a hipótese de que cada letra ou sinal “vale” por uma sílaba. As grafias são diferenciadas sem que as letras tenham seu valor convencional. Existe duas características marcantes, a primeira é a etapa do silábico sem valor sonoro, as letras empregadas não pertencem à palavra escrita convencionalmente, o aluno, por exemplo, escreve as seguintes letras: “TED” para representar a palavra “cavalo”. A segunda característica é a etapa do silábico com valor sonoro, as letras empregadas pertencem à palavra escrita convencionalmente, classificam-se em: valor sonoro só com consoantes, por exemplo, o aluno escreve “BT”, para representar a palavra “bota”, ou então, o valor sonoro só com vogais, por exemplo, o aluno escreve “OA” para representar a palavra “bota”.

Nível Silábico-Alfabético: nesse estágio de desenvolvimento da escrita, coexistem as formas de fazer corresponder os sons às formas: silábica e alfabética, o que induz a uma escolha de letras de forma ortográfica ou fonética. Algumas características desse nível são: escrita algumas vezes com sílabas completas e outras incompletas, escreve faltando letras, alterna escrita: silábica com alfabética, escreve como fala e como ouve. Ex: CSA (casa) – TOMT (tomate) – BUNCA (boneca) 

Nível Alfabético: a criança começa a perceber que a palavra está relacionada com os aspectos sonoros da fala. Separa oralmente as sílabas das palavras e corresponde uma letra a cada som emitido, ou seja, cada parte corresponde a uma sílaba. Escreve além do alfabético, mas ainda não domina as normas ortográficas da língua. Ex: POFESSORA (professora) – KAMELU (camelo).

No processo de construção da aprendizagem da língua escrita, do ponto de vista da Teoria da Psicogênese, deve considerar que:

1. As hipóteses conceituais provisórias que as crianças fazem sobre a escrita não são “erradas”, “falta de conhecimento” ou até mesmo patológica. Devem ser consideradas como “erros construtivos”, já que é um processo de atividade constante em que a criança está elaborando hipóteses e alargando seu campo de conhecimento linguístico.
2. O reconhecimento das hipóteses de escrita não deve se transformar em um recurso para categorizar as crianças, mas sim estar a serviço de um planejamento de atividades que considere as suas representações e atenda suas necessidades de aprendizagem.
3. A questão dos diferentes níveis, nas salas de aula de alfabetização, deixa de ser característica negativa para assumir papel de importância no processo ensino aprendizagem, onde a interação entre os/as alunos/as é fator imprescindível.
4. A criança depois que se apropria da escrita alfabética, enfrenta inúmeros problemas ortográficos e morfossintáticos, considerados normais para a fase em que se encontra. Porém, cabe ao professor fazer intervenções significativas para que ela se aproprie da escrita ortográfica.


REFERÊNCIAS

FERREIRO, Emília; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre: Editora: Artmed, 1999.

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Para refletir: 

O pensamento construtivista de Emília Ferreiro sobre a alfabetização no Brasil, apesar de não se saber, ao menos formalmente, de que os resultados de sua pesquisa tenham sido refutados em seus fundamentos e resultados, vêm sendo apresentadas muitas críticas, relacionadas, sobretudo, com a dúvida a respeito do papel do ensino, da escola e do professor.


Deixe seu comentário, compartilhe o que pensa sobre a Psicogênese da Língua Escrita.
Abraço, Carla Melo.



10/07/2015

10 dicas para aplicar uma atividade construtiva nas turmas em fase de alfabetização.

Boa tarde a todos!

No blog já fiz um post sobre: Dicas para identificar os níveis de escrita, lembram? Para acessar é só clicar no link. Nele contém alguns exemplos de atividades diagnósticas. Nesse sentido, quero compartilhar com vocês uma atividade sobre análise linguística que é um ótimo instrumento para o professor alfabetizador utilizar como: atividade/diagnóstico. Agora, veremos algumas etapas para sua aplicação em sala sala de aula.

Primeiro: Além de ser uma atividade construtiva no processo de aquisição de escrita do aluno, para o professor também é uma ferramenta diagnóstica.

Segundo: O professor pode levar essa atividade para sala de aula quantas vezes achar necessário, adaptando-a e modificando-a para os diferentes níveis de escrita dos seus alunos.

Terceiro: Para trabalhar com essa atividade é importante o estudo de algum texto pela turma, ou seja, o professor pode utilizar o conteúdo/texto que já está trabalhando em sala de aula, posteriormente será feito uma lista a partir de cinco palavras, ou o professor dita as palavras ou escreve no quadro (minha sugestão é que na primeira vez escreva no quadro, e com o tempo vá aumentando o grau de dificuldade).

Quarto: Agora dê um tempo para a turma elaborar suas hipóteses.

Quinto: Faça a correção das palavras com a turma, perguntando coletivamente, enfim, nesse momento a dinâmica dos professores é singular, se for utilizar como diagnóstico, peça que cada aluno entregue na medida que for concluindo a atividade.

Sexto: Nessa análise de palavras que compartilho no blog, o aluno vai ter que sinalizar: letra inicial, letra final, consoantes, vogais e número de letras. Caro(a) professor(a), fique à vontade para modificar o quadro, pode retirar colunas, pode acrescentar mais colunas, exemplo: separação silábica, número de sílabas e etc. Enfim, isso dependerá das especificidades de cada turma.

Sétimo: Na correção da atividade faça perguntas aos seus alunos, tais como: como se escreve "essa palavra" com que "letra começa", posso trocar por "essa letra", eu indico essas indagações porque este é o momento em que o aluno entra em conflito cognitivo, visto que ele confrontará sua hipótese com a escrita correta da palavra.

Oitavo: Pode editar o quadro de análise de palavras porque está no word e para baixar o arquivo faça uma conta no slideshare. É fácil e rápido.

Nono: Essa atividade é uma sugestão que pode auxiliar o professor no planejamento das situações de ensino e aprendizagem. Portanto é necessário adaptar conforme os diferentes contextos e realidade.

Décimo: Para obter um melhor resultado com a sua turma, desenvolva a atividade em vários dias e em diferentes momentos, para que os alfabetizandos conquistem uma aprendizagem significativa.

Qualquer dúvida deixe seu recado no blog.




Até o próximo post, pessoal.
Abraços, Carla Melo.



Avaliações para o 2º ano (séries iniciais).

Bom dia a todos!

Hoje vou compartilhar algumas avaliações que desenvolvi para o 2º ano nas seguintes disciplinas:

*Português
*Matemática
*História
*Geografria
*Ciências

Minhas dicas:

*Essas avaliações são ótimas para fim de trimestre;
*Algumas questões é preciso adaptar para a sua região, tais como: história do município;
*O conteúdo geral das avaliações faz parte do que estava trabalhando naquele momento com os alunos, certamente será necessário trocar algumas questões.
*É possível editar o texto porque está no word.
*Para baixar os arquivos faça uma conta no site slideshare. É rápido e fácil.









Até o próximo post, pessoal.
Abraços, Carla Melo.  


"Como a web pode potencializar a sua prática"

Boa noite, pessoal! Em parceria com a minha colega Helen do curso de Especialização em Tecnologias da Informação e Comunicação na Educa...